Uma nova doença tem atacado a classe
política, especialmente no PSD e com maior ocorrência no distrito de Lisboa.

Esta doença não está ainda muito bem
estudada mas apresenta sintomas estranhos.

Os ataques de fanfarronice dos
infectados têm deixado sequelas.
Nas últimas eleições autárquicas o PSD
só conseguiu ganhar Cascais e Mafra no Distrito de Lisboa muito por culpa desta
maldita doença.
Sintra foi um exemplo acabado. Depois
das secções do PSD terem escolhido Marco Almeida para ser o candidato do PSD
eis que Miguel Pinto Luz, na altura já Presidente da Distrital de Lisboa do PSD,
inventou um candidato à pressa porque não gostava de Marco (acho que não foi ao
beija mão…).
Marco candidatou-se como independente,
quase ganhava as eleições e relegou a lista do PSD para um “honroso” 3º lugar,
mesmo em coligação com o CDS e o MPT.
Marco Almeida levou a sério o
compromisso com a população de Sintra e manteve bem vivo o movimento
independente Sintra com Marco Almeida.
Claro que pretendia recandidatar-se e
claro que isso significaria entregar Sintra ao PS ou à lista independente
liderada por Marco Almeida.
Como o PSD precisa de dizer aos quatro
ventos que ganhou Câmaras em Lisboa (descer mais do que o ponto a que chegou nas
ultimas eleições é desaparecer) tinha um problema grave.
Mas para grandes males grandes
remédios.
O PSD, o mesmo Miguel Pinto Luz que
não aceitou a candidatura de Marco Almeida em 2013, teve que vir agora mendigar
o apoio do PSD à lista do movimento independente de Marco Almeida.
Não é uma cura para a doença mas vai
funcionar como tratamento experimental.
Miguel Pinto Luz vai ter que
experimentar um supositório em forma de marco, não marco geodésico, não marco
do correio mas Marco Almeida.
Esperemos que a experiência seja
acompanhada pelo INFARMED…
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