Cascais merece mais!
Mais verdade e menos publicidade.
Mais seriedade e menos oportunismo.
Mais competência e menos carreirismo.
Mais obra e menos promessa.
Mais eficácia e menos caceteirismo.
Mais nível e menos "facebook".
Mais Homens e Mulheres e menos boys.
Mais transparência e menos "ocultismo".
Mais local e menos distrital.
Mais Cascais, sempre mais Cascais!!!!
Sabemos que o que tem sido escrito no Agenda Cascais 31 tem provocado alguma azia em responsáveis políticos e em muitos penduras que mamam na republicana teta de Cascais.
Nada que uma colher de bicarbonato não resolva…
Confessamos que não chegamos para as encomendas.
A falta de maior periodicidade não tem a haver com a falta de assunto! Disso podem ter a certeza!!
Mas gostamos de escrever sobre assuntos verídicos e não sobre boatos.
Mesmo com a mania das verificações, já aconteceram algumas imprecisões…
Mas confessamos que nos aborrece esta aparente sintonia total com o podre poder vigente em Cascais.
Nas redes sociais por vezes parece uma Missa.
Mesmo um descuido do chefe merece logo 50 comentários dos avatares, a gabar o belíssimo cheiro que imana do presidencial traseiro!
Não há paciência!
Ás escondidas, em quase sessões secretas de comentário político, (não me estou a referir às outras por onde se move tão bem o poder de Cascais…) um ou outro confessa, quase em cifra, o seu descontentamento mas…
Por isso, sabe bem quando confirmamos que não somos patetas esquizofrénicos que elegeram um grupo de “bons rapazes” para lhes “denegrir o trabalho e a imagem”.
Descobrimos, só agora (pasmem-se!) mais um blog que fala do nosso assunto preferido – A criação do Império da Vitamina C!
Mais centrado em Lisboa do que em Cascais, da leitura atenta dos posts resulta aquilo que estamos fartos de confirmar – Lisboa e Cascais são partes da mesma hidra. Faltará saber quem terá coragem de lhes cortar as cabeças e fazer-lhe um funeral a condizer…
A hidra, pelo que se conta da antiguidade Grega, matava os homens só com o hálito.
Esta Hidra Cascalense é mais sofisticada – mata de embuste homens, mulheres e crianças depois de duas bombadas de publicidade, marketing e informação em alguns jornais e televisões.
Foi esta Hidra que asfixiou a Comunicação Social local.
Matou o Jornal Costa do Sol, implodiu todos os outros por morte natural e domesticou o Jornal da Região, dando emprego à filha do dono…
Um dia destes voltamos a este asunto…
Agora as notícias de Cascais já não são as que falam dos problemas de Cascais.
O Zé Povinho de Cascais só houve falar de Conferências do Estoril, de Greenfest, de Provas de Vela, de Provas de Acrobacias Aéreas, de Cooljazz e de outras coisas que tais.
Mas enquanto se espalha o nevoeiro (esta hidra é mesmo tramada, até lança nevoeiro…) ninguém faz as contas a quantos munícipes de Cascais foram envolvidos nestes eventos e, em contrapartida quanto custaram por participante do município.
Já havia indícios de que a máquina da comunicação e do marketing político em Cascais estava bem oleada desde o primeiro mandato de Carlos Carreiras em Cascais quando era então seu Adjunto o jovem Miguel Pinto Luz.
Se os temas relacionados com os restantes pelouros viviam dos serviços municipais de comunicação, os relacionados com os pelouros de Carlos Carreiras seguiram caminho diferente.
Todos os processos relacionados com o empreendedorismo, a montagem da equipa dos “jovens turcos” responsáveis pela recolha e edição de imagens e a sua colocação no Youtube, a criação da Geração C, enfim, a agitação e propaganda, estiveram desde a primeira hora na mão de Miguel Pinto Luz.
A Luz era o Miguel e o Miguel foi a Luz.
E passo a passo, o “processo iniciático” teve lugar…
Se o casamento ainda não tinha acontecido, com os primeiros frutos, logo concluíram que o melhor para os dois seria “casarem interesses”.
Assim foi.
Miguel Pinto luz acabou empurrado para um lugar de vereador no segundo mandato de Carreiras e cedo se revelou um ideólogo.
Mas tal como nas touradas, a estocada de morte esteve ligada à saída de António Capucho da CMC, o último empecilho para a transformação da acção da Câmara de Cascais numa enorme missa IURD por alma de Carlos Carreiras.
Uma das primeiras medidas do novel presidente de Câmara foi retirar o Pelouro das Relações Públicasa Conceição Cordeiro e entregá-lo a Miguel Pinto Luz.
A segunda medida foi retirar todas as actividades ligadas à comunicação e promoção de iniciativas que existiam espalhadas um pouco por vários serviços municipais, pegar na mega máquina montada na EMAC e nas Agências e transformar tudo isto na Grande Máquina de Propaganda de Carlos Carreiras (GRAMACACA).
Tudo passa agora pelo filtro de Miguel Pinto Luz.
Não há evento nenhum que não seja monitorizado, preparado, escalpelizado, orientado para o objectivo único que passou a ser transformar Carlos Carreiras numa Pop Star, num Ídolo, o Ícone de Cascais!
A palermice de mau gosto em que transformaram a Cerimónia do Aniversário do Município e a consequente entrega das Medalhas de Mérito Municipal este ano no passado dia 7 de Junho é a imagem de marca do que vamos comer nos próximos 3 anos.
Tende piedade de nós Senhor, e dai-lhes uma pinga de humildade e de bom senso!
Miguel Pinto Luz transformou-se no “cozinheiro da verdade” de Cascais.
Não consta que participe nas várias cerimónias públicas de avental, disso não há registo, mas acreditamos que a coberto dos olhos do concidadão normal treinará a vestimenta…
A máxima “diz-me com quem andas… “ aplica-se-lhe como uma luva!...
Olhando para tudo isto, vem-nos à memória um exemplo pesado que a história contemporânea nos deu nos tempos de Hitler.
Também ele sentiu a necessidade de controlar vontades, de controlar a verdade e adaptá-la aos seus obscuros interesses.
Também ele utilizou os serviços de um especialista na matéria – Goebbels.
Mas ele tramou-se porque a tanga não dura toda a vida!...
Quando chegará a hora de Carlos Carreiras?...
Espero que seja breve, para nosso descanso…
Enquanto isso vamos assistindo às Óperas Bufas que o nosso Miguel Goebels nos vai presenteando…
Nos anos 80 a série televisiva “O Polvo” colocava a nu a performance da Máfia Italiana e a forma implacável com que resolviam os problemas que se lhes colocavam, a forma como “educavam” toda a gente a fazer o que lhes convinha, sempre na defesa dos interesses do Padrinho e da entourage que garantia o exercício do poder.
O Polvo ficou para sempre associado ao poder tentacular e obscuro da Mafia.
Primeiro a Italiana, as tríades Chinesas ou a Yakuza do Japão e mais recentemente os grupos mafiosos dos países de Leste eram as imagens que detínhamos do “Polvo”.
Mesmo em Portugal, nos últimos anos, temos assistido ao comportamento de algumas entidades que nos fazem lembrarmétodos em tudo semelhantes.
Mas Cascais está muito mais à frente.
E agora assume-se sem vergonha.
O Polvo Português é de Cascais!
Ah pois é!
Com marca de origem e tudo.
As imagens que nos têm aparecido identificam o pai da coisa (ou deveremos chamar-lhe “Padrinho”?...) que, como não podia deixar de ser é Carlos Carreiras.
Não falamos italiano, mas também sabemos montar organizações tentaculares!...
Como se pode depreender da foto, aquela coisa tem muitas ventosas, muitos braços e agarra-se a tudo!
Em Cascais começa agora a ter explicação a célebre frase do tempo da revolução com uma ligeira adaptação modernista: O Polvo é quem mais ordena!
Existem ainda muitas dúvidas sobre os desenvolvimentos que se poderão esperar depois de assumida a denominação do Polvo Nacional.
Mas não acreditamos que comecem a surgir cabeças de cavalo em algumas camas ou gravatas sicilianas aos que tiverem a mania de contrariar a vontadede “Il Capo” …
Em Cascais a coisa será bem diferente… mas para melhor!
Não se mata mesmo, mata-se o juizo ao pessoal com a avalanche de propaganda manhosa acerca do nosso Padrinho.
Carlos Carreiras poderá a qualquer momento começar a usar o anel que TODOS teremos de beijar quando o encontrarmos!...
Mas a mais emblemática será a primeira geminação na era pós Capucho: Cascais geminada com Palermo, a Capital da Sicília.
E nós, os que se preocupam com Cascais, os que não se conformam com uma gestão municipal centrada não nos munícipes mas no glorioso lider Carreiras, passaremos a ser conhecidos pelos… PALERMAS!...
Pois tenho passado os últimos dias a pensar em que prenda…
Que prenda poderei eu dar a Carlos Carreiras pelo seu aniversário que passou ontem, 7 de Junho?
António Capucho deu-lhe a prenda antecipada, o cadeirão de Cascais.
Embora de forma estranha se mantenha com gabinete instalado em instalações municipais, mantém o secretariado, uma energia extraordinária no comentário político em rádios e televisões, uma dedicação às redes sociais fantástica, mas a “doença” não o deixa assumir em pleno o seu mandato no município de Cascais.
Os munícipes de Cascais perdoar-lhe-ão ou não esta decisão, o futuro o dirá.
Mas esta omissão do Presidente votado pelos cascalenses encerra um custo desmesurado para Cascais, para os seus munícipes, para os contribuintes.
Cascais e os cascalenses estão a pagar com língua de palmo esta obsessão de Carlos Carreiras em querer ser Presidente de Câmara.
Centenas de milhar de euros gastos em empresas de comunicação para lhe fazer a imagem, para inventar notoriedade. Pago pela CMC!
Dezenas de assessores espalhados aos quatro ventos entre Câmara, Agências e Empresas Municipais, gente no exílio de Lisboa, com votos que foram e continuarão a ser fundamentais para perpetuar o poder de Carlos Carreiras no PSD ao nível Distrital e quando chegar a hora de decidir quem vai ser o cabeça de lista para Cascais. Pago pela CMC, claro!
Um conjunto de unidades de controle da estrutura, uma entourage que blinda a actividade de Carlos Carreiras, uns mais polidos outros com comportamentos a raiar o grotesco, mas todos a contribuir para a barreira de fumo que envolve esta espécie de estrela musical.
Assessores directos de Carlos Carreiras, vários, nomeadamente o inenarrável João Salgado ou o indescritível Fernando Marques, destacados na campanha de Pedro Passos Coelho, não de férias ou de licença para candidatos que não foram. Pagos pela CMC, pois claro!
Uma prenda, uma prenda…
Talvez uns óculos, para ele ver, para tomar consciência das figuras que anda a fazer…
Mas óculos já usa, portanto não parece ser solução.
Esta semana, em tempo de troika, em tempo de contenção de despesas no poder central e no poder local, como tanto Carreiras tem apregoado nos textos que assina no jornal i mas que duvido que os escreva, (porque até estão bem escritinhos o que, como sabem, não é uma das qualidades de Carreiras…) houve mais um simulacro de regabofe.
Reunião marcada no Centro Cultural de Cascais para todos os dirigentes municipais, para aí umas 200 pessoas, com almoço e tudo, para apresentar a nova imagem da Câmara Municipal de Cascais!
A vontade de assassinar a história e os seus intervenientes é tal que o homem só descansa quando o zé de Cascais achar que antes de Carreiras nada, depois de Carreiras tudo!
Com a CMC a pagar, o tempo dos dirigentes que não estiveram a dirigir mas antes a participar na missa de auto elogio de Carreiras, foi apresentada a nova imagem, muito mais gira, de certeza.
Não sei quanto custaram os estudos todos que levaram a esta decisão. Mudar a imagem da CMC no meio da vigência do mandato de António Capucho, autor da última alteração parece anedota… Mas, infelizmente, não é!
Fazem ideia de quanto vai custar aos cofres do Município esta decisão bacoca e provinciana do nossso putativo grande líder?
Centenas de milhar de euros, para mudar todo o estacionário, para refazer toda a imagem comunicacional.
Só um homem com letra pequena e umbigo descomunal seria capaz de tamanha desfaçatez.
Carlos Carreiras.
Vejo nos últimos dias, as imagens de campanha, da noite eleitoral e um denominador comum: tal como o papagaio do pirata, como o emplastro do Porto, sempre a carinha de lua cheia de Carreiras a pairar sobre o ombro de Pedro Passos Coelho!...
Senhor Primeiro Ministro de Portugal tenha muito cuidado, a sua imagem pode bem ser prejudicada com a constante presença daquele bibelot nas suas fotografias…
Mas que prenda?
Se houvesse à venda, comprava um bocado de juizo, uma pitada de bom senso, dois ou três grãos de verticalidade e seriedade e uma porção de realismo e oferecia-lhe. Como prenda de anos.
Com 50 anos já devia andar com os pés no chão. Mas não.
Sou Português e tenho um imenso orgulho nessa condição.
Tenho orgulho no passsado do povo a que pertenço mas alguma nostalgia pelo facto de sentir que Portugal, enquanto Nação, enfrenta nos tempos que correm algumas fragilidades e deficiências.
Mas gostariade poder contribuir de forma empenhada para ajudar a mudar este rumo que teimamos em seguir.
Dito isto, passo a comentar a última coqueluche da Geração C Cascais, o vídeo que foi apresentado no encerramento das Conferencias do Estoril:
É bom ter orgulho no nosso passado. Indiscutível!
É bom reagir à crítica quando ela não é justa. Com veemência!
Mas é bom ter a humildade de reconhecer os erros que se cometem e a capacidade de arrepiar caminho procurando corrigir esses erros.
Com convicção, considero que a sobranceria, a arrogância, a agressividade, têm que ser usadas na medida certa sob pena de tendo razão, podermos aos olhos de todos perdê-la.
Este filme, na primeira abordagem, é uma lição mais ou menos correcta de história, e acima de tudo uma injecção de adrenalina no ego do povo português que tanto precisa de ânimo e de confiança.
Mas, à imagem do lider espiritual da Geração C, Carlos Carreiras, a mensagem descamba para a provocação fútil, para a arrogância e para a agressividade barata que não só nada resolve, como nos retira a réstia de razão que nos poderia assistir.
Os Finlandeses têm dúvida em emprestar uns patacos a Portugal? Tomem lá sopa de urso, que é para aquecer!...
Nós somos muito mais antigos, eles até usam uma bandeira que já foi nossa e para além de inúmeros exemplos da nossa grandiosidade passada, até lhes demos uns pares de sapatos e umas camisas de colarinhos coçados em 1940 o que os transforma em mal agradecidos!
Desculpem lá, geração C, Carlos Carreiras ou seja lá quem for que tenha sido o autor disto mas, com este tom, esta mensagem não é de certeza uma boa ajuda para os nossos objectivos nacionais!
Deixem-me ser um bocadinho Finlandês, só por momentos, para vos responder no mesmo tom. E vejam lá se não é tão agradável…
Nós os Finlandeses estávamos esfomeados em 1940 e foi importante a ajuda Portuguesa nessa altura. Mas construimos, a partir daí, um país solidário, com justiça social, com crescimento económico, com trabalho.
Não temos nenhuma estátua de um jogador negro moçambicano à porta dos nossos estádios, mas temos um telemóvel construído por nós no bolso de mais de metade dos portugueses.
Em contrapartida Portugal nos anos oitenta pediu empréstimos ao FMI, nos anos noventa e na primeira década do século XXI recebeu paletes de milhões de euros de ajudas da CE que supostamente deveriam ter sido aplicados a infraestruturar Portugal e a desenvolver a sua economia.
E o que temos hoje? Um país com auto-estradas com fartura, mas que em algumas delas passam carros de dez em dez minutos, um país que se propôs construir um TGV para poupar meia hora na viagem Lisboa Porto, um país que criou uma panóplia de incentivos ao não trabalho sob a capa de ajuda social, um país que se habituou a gastar mais do que produz como se isso fosse normal e sustentável, um país que despreza a justiça, um pais que alimenta uma classe política despesista sem exigência ou critério, um país que alimenta uma função pública nacional e local pouco produtiva.
Porque carga de água devem os Finlandeses aceitar, sem reservas, que as cigarras portuguesas voltem a usfruir dos bens que as formigas finlandesas ajudaram a criar?
Precisamos de ajuda.
Por nossa culpa.
Não por culpa dos Finlandeses mas dos Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e o nosso “dilecto” actual primeiro ministro José Socrates.
Todos, embora com responsabilidades diferentes, deixaram a sua impressão digital no regabofe que este país se transformou.
Proponho uma alternativa para este diferendo com os Finlandeses e que poderia ser personificado por Carlos Carreiras, dando o exemplo de arrepiar caminho no tal regabofe, propondo-se acabar com as agências que criou no universo CMCe assegurando por essa via a exemplar redução de 15% dos custos com pessoal naquela câmara.
Eu Finlandês considerava um sinal de juizo e contenção na despesa pública que Portugal precisa, eu Português começava a creditar que é possível refundar Portugal…
Se bem que o nome Capuchinho é por demais conhecido por outras histórias, é uma forma fofinha de tratar o nosso ex Presidente de Câmara de Cascais, António Capucho.
Contrariando a história em que, ao que parece, é a avó que é comida, em Cascais foi mesmo Capucho.
Quem fez de Lobo?
Carlos Carreiras, naturalmente.
Contou-lhe uma história, se assumisse com tempo que estava com problemas de saúde e se afastasse para dar o lugar a Carlos Carreiras, este trataria de o fazer candidato a deputado e melhor que isso, Presidente da Assembleia da República.
Capucho caiu. Fez-lhe o frete e deu-lhe o palco.
No entanto as sondagens dão invariavelmente uma mísera notoriedade a Carreiras e, embora a máquina esteja a ser montada na CMC para pagar com língua de palmo a mega operação de marketing que puxará Carlos Carreiras para o conhecimento não local, nem glocal mas global (com o nosso rico dinheirinho a ser desviado da reparação dos buracos das estradas para transformar Carlos Carreiras numa espécie de Orlando Bloom com menos cabelo) o nervosismo é grande e nada, mas mesmo nada, pode falhar.
Por isso, quando começou a correr que Fernando Nobre queria ser presidente de qualquer coisa que permitisse diversificar a origem do dinheiro que lhe alimenta a família, o homem até é de Cascais, tem mais prestígio e notoriedade que Carreiras não conseguirá ter nem que viva até aos 269 anos, logo uns engraçadinhos se lembraram se Nobre não estaria por acaso interessado na Câmara de Cascais.
Os sinais de alarme dispararam e Carreiras apressou-se a saber se era verdade tal cenário.
Mesmo perante a negação, com estas coisas não se brinca e vai de convencer Passos Coelho a convidá-lo para ser Presidente da Assembleia da República.
Ah, e Capucho?... Que se lixe…
O Nobre aceitou, Coelho fez um número, que a sociedade civil e tal, Carreiras limpou o caminho de Candidaturas perigosas e Nobre meteu o pé no penico ao aceitar e vai passar a campanha a raspar o sapato sem resultado!...
E Capucho?
Ficou fulo. Não aceitou ser candidato a deputado e ameaça regressar à Câmara.
Mas é só ameaça.
Carreiras pode ficar descansado, Capucho já não volta e não será por sua causa que Carlos Carreiras irá perder as próximas eleições autárquicas.
Carreiras vai perder por demérito próprio, pela equipa que o segue, pelas negociatas que anda a fazer e que começam a deixar a malta um bocadinho nervosa, pelas promessas à Socrates, pela inconsistência da sua acção.
Cascais nas próximas eleições autárquicas vai dar que falar. Muito.
Se o PSD não arrepiar caminho e resolver encontrar um Candidato que não seja vendedor de banha da cobra vai-se dar mal e 12 anos depois larga a cadeira do poder!