Cascais merece mais!
Mais verdade e menos publicidade.
Mais seriedade e menos oportunismo.
Mais competência e menos carreirismo.
Mais obra e menos promessa.
Mais eficácia e menos caceteirismo.
Mais nível e menos "facebook".
Mais Homens e Mulheres e menos boys.
Mais transparência e menos "ocultismo".
Mais local e menos distrital.
Mais Cascais, sempre mais Cascais!!!!
Nos anos 80 a série televisiva “O Polvo” colocava a nu a performance da Máfia Italiana e a forma implacável com que resolviam os problemas que se lhes colocavam, a forma como “educavam” toda a gente a fazer o que lhes convinha, sempre na defesa dos interesses do Padrinho e da entourage que garantia o exercício do poder.
O Polvo ficou para sempre associado ao poder tentacular e obscuro da Mafia.
Primeiro a Italiana, as tríades Chinesas ou a Yakuza do Japão e mais recentemente os grupos mafiosos dos países de Leste eram as imagens que detínhamos do “Polvo”.
Mesmo em Portugal, nos últimos anos, temos assistido ao comportamento de algumas entidades que nos fazem lembrarmétodos em tudo semelhantes.
Mas Cascais está muito mais à frente.
E agora assume-se sem vergonha.
O Polvo Português é de Cascais!
Ah pois é!
Com marca de origem e tudo.
As imagens que nos têm aparecido identificam o pai da coisa (ou deveremos chamar-lhe “Padrinho”?...) que, como não podia deixar de ser é Carlos Carreiras.
Não falamos italiano, mas também sabemos montar organizações tentaculares!...
Como se pode depreender da foto, aquela coisa tem muitas ventosas, muitos braços e agarra-se a tudo!
Em Cascais começa agora a ter explicação a célebre frase do tempo da revolução com uma ligeira adaptação modernista: O Polvo é quem mais ordena!
Existem ainda muitas dúvidas sobre os desenvolvimentos que se poderão esperar depois de assumida a denominação do Polvo Nacional.
Mas não acreditamos que comecem a surgir cabeças de cavalo em algumas camas ou gravatas sicilianas aos que tiverem a mania de contrariar a vontadede “Il Capo” …
Em Cascais a coisa será bem diferente… mas para melhor!
Não se mata mesmo, mata-se o juizo ao pessoal com a avalanche de propaganda manhosa acerca do nosso Padrinho.
Carlos Carreiras poderá a qualquer momento começar a usar o anel que TODOS teremos de beijar quando o encontrarmos!...
Mas a mais emblemática será a primeira geminação na era pós Capucho: Cascais geminada com Palermo, a Capital da Sicília.
E nós, os que se preocupam com Cascais, os que não se conformam com uma gestão municipal centrada não nos munícipes mas no glorioso lider Carreiras, passaremos a ser conhecidos pelos… PALERMAS!...
Pois tenho passado os últimos dias a pensar em que prenda…
Que prenda poderei eu dar a Carlos Carreiras pelo seu aniversário que passou ontem, 7 de Junho?
António Capucho deu-lhe a prenda antecipada, o cadeirão de Cascais.
Embora de forma estranha se mantenha com gabinete instalado em instalações municipais, mantém o secretariado, uma energia extraordinária no comentário político em rádios e televisões, uma dedicação às redes sociais fantástica, mas a “doença” não o deixa assumir em pleno o seu mandato no município de Cascais.
Os munícipes de Cascais perdoar-lhe-ão ou não esta decisão, o futuro o dirá.
Mas esta omissão do Presidente votado pelos cascalenses encerra um custo desmesurado para Cascais, para os seus munícipes, para os contribuintes.
Cascais e os cascalenses estão a pagar com língua de palmo esta obsessão de Carlos Carreiras em querer ser Presidente de Câmara.
Centenas de milhar de euros gastos em empresas de comunicação para lhe fazer a imagem, para inventar notoriedade. Pago pela CMC!
Dezenas de assessores espalhados aos quatro ventos entre Câmara, Agências e Empresas Municipais, gente no exílio de Lisboa, com votos que foram e continuarão a ser fundamentais para perpetuar o poder de Carlos Carreiras no PSD ao nível Distrital e quando chegar a hora de decidir quem vai ser o cabeça de lista para Cascais. Pago pela CMC, claro!
Um conjunto de unidades de controle da estrutura, uma entourage que blinda a actividade de Carlos Carreiras, uns mais polidos outros com comportamentos a raiar o grotesco, mas todos a contribuir para a barreira de fumo que envolve esta espécie de estrela musical.
Assessores directos de Carlos Carreiras, vários, nomeadamente o inenarrável João Salgado ou o indescritível Fernando Marques, destacados na campanha de Pedro Passos Coelho, não de férias ou de licença para candidatos que não foram. Pagos pela CMC, pois claro!
Uma prenda, uma prenda…
Talvez uns óculos, para ele ver, para tomar consciência das figuras que anda a fazer…
Mas óculos já usa, portanto não parece ser solução.
Esta semana, em tempo de troika, em tempo de contenção de despesas no poder central e no poder local, como tanto Carreiras tem apregoado nos textos que assina no jornal i mas que duvido que os escreva, (porque até estão bem escritinhos o que, como sabem, não é uma das qualidades de Carreiras…) houve mais um simulacro de regabofe.
Reunião marcada no Centro Cultural de Cascais para todos os dirigentes municipais, para aí umas 200 pessoas, com almoço e tudo, para apresentar a nova imagem da Câmara Municipal de Cascais!
A vontade de assassinar a história e os seus intervenientes é tal que o homem só descansa quando o zé de Cascais achar que antes de Carreiras nada, depois de Carreiras tudo!
Com a CMC a pagar, o tempo dos dirigentes que não estiveram a dirigir mas antes a participar na missa de auto elogio de Carreiras, foi apresentada a nova imagem, muito mais gira, de certeza.
Não sei quanto custaram os estudos todos que levaram a esta decisão. Mudar a imagem da CMC no meio da vigência do mandato de António Capucho, autor da última alteração parece anedota… Mas, infelizmente, não é!
Fazem ideia de quanto vai custar aos cofres do Município esta decisão bacoca e provinciana do nossso putativo grande líder?
Centenas de milhar de euros, para mudar todo o estacionário, para refazer toda a imagem comunicacional.
Só um homem com letra pequena e umbigo descomunal seria capaz de tamanha desfaçatez.
Carlos Carreiras.
Vejo nos últimos dias, as imagens de campanha, da noite eleitoral e um denominador comum: tal como o papagaio do pirata, como o emplastro do Porto, sempre a carinha de lua cheia de Carreiras a pairar sobre o ombro de Pedro Passos Coelho!...
Senhor Primeiro Ministro de Portugal tenha muito cuidado, a sua imagem pode bem ser prejudicada com a constante presença daquele bibelot nas suas fotografias…
Mas que prenda?
Se houvesse à venda, comprava um bocado de juizo, uma pitada de bom senso, dois ou três grãos de verticalidade e seriedade e uma porção de realismo e oferecia-lhe. Como prenda de anos.
Com 50 anos já devia andar com os pés no chão. Mas não.
Sou Português e tenho um imenso orgulho nessa condição.
Tenho orgulho no passsado do povo a que pertenço mas alguma nostalgia pelo facto de sentir que Portugal, enquanto Nação, enfrenta nos tempos que correm algumas fragilidades e deficiências.
Mas gostariade poder contribuir de forma empenhada para ajudar a mudar este rumo que teimamos em seguir.
Dito isto, passo a comentar a última coqueluche da Geração C Cascais, o vídeo que foi apresentado no encerramento das Conferencias do Estoril:
É bom ter orgulho no nosso passado. Indiscutível!
É bom reagir à crítica quando ela não é justa. Com veemência!
Mas é bom ter a humildade de reconhecer os erros que se cometem e a capacidade de arrepiar caminho procurando corrigir esses erros.
Com convicção, considero que a sobranceria, a arrogância, a agressividade, têm que ser usadas na medida certa sob pena de tendo razão, podermos aos olhos de todos perdê-la.
Este filme, na primeira abordagem, é uma lição mais ou menos correcta de história, e acima de tudo uma injecção de adrenalina no ego do povo português que tanto precisa de ânimo e de confiança.
Mas, à imagem do lider espiritual da Geração C, Carlos Carreiras, a mensagem descamba para a provocação fútil, para a arrogância e para a agressividade barata que não só nada resolve, como nos retira a réstia de razão que nos poderia assistir.
Os Finlandeses têm dúvida em emprestar uns patacos a Portugal? Tomem lá sopa de urso, que é para aquecer!...
Nós somos muito mais antigos, eles até usam uma bandeira que já foi nossa e para além de inúmeros exemplos da nossa grandiosidade passada, até lhes demos uns pares de sapatos e umas camisas de colarinhos coçados em 1940 o que os transforma em mal agradecidos!
Desculpem lá, geração C, Carlos Carreiras ou seja lá quem for que tenha sido o autor disto mas, com este tom, esta mensagem não é de certeza uma boa ajuda para os nossos objectivos nacionais!
Deixem-me ser um bocadinho Finlandês, só por momentos, para vos responder no mesmo tom. E vejam lá se não é tão agradável…
Nós os Finlandeses estávamos esfomeados em 1940 e foi importante a ajuda Portuguesa nessa altura. Mas construimos, a partir daí, um país solidário, com justiça social, com crescimento económico, com trabalho.
Não temos nenhuma estátua de um jogador negro moçambicano à porta dos nossos estádios, mas temos um telemóvel construído por nós no bolso de mais de metade dos portugueses.
Em contrapartida Portugal nos anos oitenta pediu empréstimos ao FMI, nos anos noventa e na primeira década do século XXI recebeu paletes de milhões de euros de ajudas da CE que supostamente deveriam ter sido aplicados a infraestruturar Portugal e a desenvolver a sua economia.
E o que temos hoje? Um país com auto-estradas com fartura, mas que em algumas delas passam carros de dez em dez minutos, um país que se propôs construir um TGV para poupar meia hora na viagem Lisboa Porto, um país que criou uma panóplia de incentivos ao não trabalho sob a capa de ajuda social, um país que se habituou a gastar mais do que produz como se isso fosse normal e sustentável, um país que despreza a justiça, um pais que alimenta uma classe política despesista sem exigência ou critério, um país que alimenta uma função pública nacional e local pouco produtiva.
Porque carga de água devem os Finlandeses aceitar, sem reservas, que as cigarras portuguesas voltem a usfruir dos bens que as formigas finlandesas ajudaram a criar?
Precisamos de ajuda.
Por nossa culpa.
Não por culpa dos Finlandeses mas dos Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e o nosso “dilecto” actual primeiro ministro José Socrates.
Todos, embora com responsabilidades diferentes, deixaram a sua impressão digital no regabofe que este país se transformou.
Proponho uma alternativa para este diferendo com os Finlandeses e que poderia ser personificado por Carlos Carreiras, dando o exemplo de arrepiar caminho no tal regabofe, propondo-se acabar com as agências que criou no universo CMCe assegurando por essa via a exemplar redução de 15% dos custos com pessoal naquela câmara.
Eu Finlandês considerava um sinal de juizo e contenção na despesa pública que Portugal precisa, eu Português começava a creditar que é possível refundar Portugal…
Se bem que o nome Capuchinho é por demais conhecido por outras histórias, é uma forma fofinha de tratar o nosso ex Presidente de Câmara de Cascais, António Capucho.
Contrariando a história em que, ao que parece, é a avó que é comida, em Cascais foi mesmo Capucho.
Quem fez de Lobo?
Carlos Carreiras, naturalmente.
Contou-lhe uma história, se assumisse com tempo que estava com problemas de saúde e se afastasse para dar o lugar a Carlos Carreiras, este trataria de o fazer candidato a deputado e melhor que isso, Presidente da Assembleia da República.
Capucho caiu. Fez-lhe o frete e deu-lhe o palco.
No entanto as sondagens dão invariavelmente uma mísera notoriedade a Carreiras e, embora a máquina esteja a ser montada na CMC para pagar com língua de palmo a mega operação de marketing que puxará Carlos Carreiras para o conhecimento não local, nem glocal mas global (com o nosso rico dinheirinho a ser desviado da reparação dos buracos das estradas para transformar Carlos Carreiras numa espécie de Orlando Bloom com menos cabelo) o nervosismo é grande e nada, mas mesmo nada, pode falhar.
Por isso, quando começou a correr que Fernando Nobre queria ser presidente de qualquer coisa que permitisse diversificar a origem do dinheiro que lhe alimenta a família, o homem até é de Cascais, tem mais prestígio e notoriedade que Carreiras não conseguirá ter nem que viva até aos 269 anos, logo uns engraçadinhos se lembraram se Nobre não estaria por acaso interessado na Câmara de Cascais.
Os sinais de alarme dispararam e Carreiras apressou-se a saber se era verdade tal cenário.
Mesmo perante a negação, com estas coisas não se brinca e vai de convencer Passos Coelho a convidá-lo para ser Presidente da Assembleia da República.
Ah, e Capucho?... Que se lixe…
O Nobre aceitou, Coelho fez um número, que a sociedade civil e tal, Carreiras limpou o caminho de Candidaturas perigosas e Nobre meteu o pé no penico ao aceitar e vai passar a campanha a raspar o sapato sem resultado!...
E Capucho?
Ficou fulo. Não aceitou ser candidato a deputado e ameaça regressar à Câmara.
Mas é só ameaça.
Carreiras pode ficar descansado, Capucho já não volta e não será por sua causa que Carlos Carreiras irá perder as próximas eleições autárquicas.
Carreiras vai perder por demérito próprio, pela equipa que o segue, pelas negociatas que anda a fazer e que começam a deixar a malta um bocadinho nervosa, pelas promessas à Socrates, pela inconsistência da sua acção.
Cascais nas próximas eleições autárquicas vai dar que falar. Muito.
Se o PSD não arrepiar caminho e resolver encontrar um Candidato que não seja vendedor de banha da cobra vai-se dar mal e 12 anos depois larga a cadeira do poder!
Este é um velho ditado que começa a ser contrariado.
Sinais dos tempos, da teoria da evolução do Homem ou seja lá do que for, começamos a assistir que há quem tenha a capacidade de contrariar este ditado bem antigo e em que todos acreditámos.
Mas, caros amigos, este ditado já não é válido!
Ou porque os mentirosos aprenderam a correr ou porque estamos a ficar distraídos, os coxos estão todos a ser primeiramente apanhados enquanto que alguns mentirosos insistem em não se deixar apanhar.
Veja-se o caso de José Sócrates!
Mentiu sobre a sua licenciatura, mentiu sobre o não aumento dos impostos, mentiu sobre a situação económica do País, mentiu sobre o Freeport, mentiu nas eleições de 2009 e conseguiu ser reeleito, e prepara-se para tentar enfiar de novo o barrete ao Zé Povinho!
É candidatável ao Guiness, não tenho a mais pequena dúvida!
Mas há quem o tenha elegido como modelo, lhe copie a forma e tente melhorar o conteudo!
Os meus queridos leitores já adivinham a quem me refiro.
Falo daquele que há alguns anos numa roda de amigos afirmou que com 25.000 € conseguia tomar conta do PSD e que, se fosse preciso, com um bocadinho mais de dinheiro, também conseguia tomar conta do PS.
Se conseguirá tomar conta do PS não é possível confirmar, mas que conseguiu tomar conta da Distrital do PSD de Lisboa isso é um facto!
Carlos Carreiras, qual Martin Luther King, teve um sonho, ser Presidente de Câmara, ser Presidente de tudo e mais alguma coisa, ter poder para pôr e dispor a seu belo prazer!
Não o move o bem comum, muito menos o serviço à comunidade.
O que o move é o Poder!
Apenas e só o Poder!
Poder fazer e desfazer, poder dar e retirar a seguir, poder dizer agora branco e a seguir preto com a mesma desfaçatez!
Se vivessemos numa monarquia, Carlos Carreiras já tinha inventado uma nova dinastia!
Aquilo a que temos vindo a assistir é a um Festival de faz o que eu digo e não faças o que eu faço! Ouve a minha mensagem que é a verdade actual porque amanhã, se lhe for conveniente a verdade de hoje é mentira amanhã e outra “verdade” havemos de ter!
Carlos Carreiras não é confiável. Como José Socrates não é.
A petulância é de tal ordem que Carlos Carreiras achou por bem incluir-se no Wikipédia, onde tem uma página com o mesmo destaque com que alguns dos nossos vultos da História têm.
Só que este arremedo de vulto ainda está bem vivo… mas já quer ser história…
Está bem, está bem, conta-me histórias… para rir ou para chorar tanto se me faz!...
Ficou pasmado?
Também eu.
Mas se procurar no Google, como eu fiz meio incrédulo, eis que lhe surge o atalho:
Confesso que ainda tive a esperança de ver um rico currículo, a descrição de feitos extraordinários mas, Carlos Carreiras, depois de nascer e de passar pela escola, parece que aterrou directo na Câmara e nas Agências (sim as tais que ele criou, encheu de gente que pouco ou nada faz, que prometeu que ia fundir umas nas outras para poupar, mas que até agora… estão na mesma, como muita gente desconfiava!)
Carlos Carreiras assume-se como GESTOR.
Não gestor de “Carreiras”, embora cada vez mais gente acredite que o “gestor” tem jeito (eu diria muito jeito) para gerir a sua.
Longe vão os tempos de cervejas e de gasolinas mas dessa época nem parece interessar que se conheça muito…
Mas a própria Wikipédia traz uma definição de gestão que certamente Carlos Carreiras ou não leu ou está muito empenhado em lhe alterar o significado:
"Não se deve confundir a gerência de uma casa ou de nossa vida pessoal que tem sua arte própria, porém empírica com a gerência de uma instituição, considere aqui este termo como genérico para empreendimento, empresa."
Carreiras devia perceber este contéudo em português brasileiro que, ao que consta, é a terra onde bebeu muita da sua actual “experiência”...
Agora vejam a preciosidade, a pressacom que vieram actualizar esta página, certamente uma das peças de comunicação mais importantes para o super ego de Carlos Carreiras: na Wikipédia Carlos Carreiras já é Presidente de Câmara!
Carreiras definitivamente só conhece uma forma de andar – em bicos de pés!
Não se lhe reconhecendo especial graciosidade nem a frequência de aulas de bailado, esperemos que não se tenha habituado ao uso de saltos altos!...
Pedro Santana Lopes assumiu este fim de semana que está farto do PSD e que admite criar um novo Partido.
Carreiras e o seu moço de fretes João Salgado vieram logo a terreiro distribuir fruta. Pois se o PSL quer ir embora que vá, boa viagem ejá estamos fartos disto e etc!
Perante esta situação Carlos Carreiras está a encarar a hipótese de promover algumas alterações estatutárias no PSD para acabar definitivamente com estas situações.
Primeira alteração:
Só é possível ser militante do PSD depois de ter um emprego arranjado por Carlos Carreiras.
Portanto um indivíduo que queira ser militante do PSD primeiro tem que fazer parte da Geração C, ou trabalhar numa das agencias, ou assim.
Depois pode ser candidato a qualquer lugar desde que possa ser demitido por Carlos Carreiras se tiver a veleidade de criticar ou de não estar de acordo com qualquer coisa.
Este modelo foi já experimentado nas últimas eleições concelhias do PSD em Cascais e tem dado excelentes frutos.
Como na Igreja, a Comissão Política canta a uma só voz…
Mesmo os que foram indicados por António Capucho para aquela Comissão mantêm-se colaborantes. Afinal se Capucho colabora, porque é que os seus amigos não hão-de colaborar também?...
Aliás, sabe-se lá se esta colaboração activa não terá alguma coisa a haver com a promessa de um “novo emprego” para António Capucho.
Se for verdade, nem S. Bento nos irá valer…
Segunda alteração:
Todos osmilitantes passam a ser obrigados a colocar um implante – um sintonizador mental.
Trata-se de uma tecnologia desenvolvida no ninho de empresas da DNA (isto é só para contrariar aqueles que acham que a Agência não serve para nada para além de empregar uns quantos…) em que foi desenvolvido um chip que, após implantado no cérebro, passamos a fazer todas as vontades ao chefe das nossas “Carreiras” sem qualquer discussão.
É muito mais seguro do que andar constantemente a convencer o pessoal de que o chefe tem razão.
O Software é da autoria do Miguel Pinto Luz e foi já aplicado em alguns cérebros (os que tinham mais espaço para colocar o chip…) como são os casos de João Salgado, Fernando Marques, Gabriel Goucha e Nuno Piteira.
Não foi ainda experimentado em mulheres porque o chip para funcionar precisa de antena, que nos homens pode ser disfarçada, mas nas mulheres ainda não encontraram solução…
Miguel Relvas já veio a público assumir o apoio a esta pretensão de Carreiras, desde que possa ser o representante na comercialização do chip…
Isto é o prenúncio de um novo PREC. Vamos ser Partid'chipados…