quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Que cenário escolherá Carlos Carreiras para ser fotografado em plena Campanha Autárquica de 2013?


Em 1993 Nunes de Carvalho escolheu a lareira de casa e confidenciava à revista cor de rosa que o entrevistou que o calor da lenha na lareira era uma espécie de comprimido azul…

Nunes de Carvalho foi o candidato do PSD a Cascais e perdeu.

José Luis Judas foi o candidato do PS e ganhou.

Mas há coincidências do diabo.

Quem era o Vice-Presidente da Concelhia do PSD que fez a campanha de Nunes de Carvalho e assumiu o apoio a esta aberrante candidatura?

Era Carlos Carreiras!

Caro leitor! Não sabia, ou … simplesmente já não se lembrava?!...

Quem é o actual Director Municipal de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da CMC?

José Nunes de Carvalho.

É um homem que entende muito de ambientes sustentáveis e de lareiras…

Carlos Carreiras quer ser o Candidato do PSD em 2013 e anunciou mesmo que também será em 2017 e em 2021!

É sempre bonito quando deparamos com um homem ambicioso, não é?

Mas nestas coisas não é como ganhar concelhias ou distritais do PSD. Para votar nas autárquicas só é preciso estar recenseado, não é preciso pagar quotas!...

Por muito que Carreiras queira, não tem grande (nem pequena!) hipótese de ganhar eleições em Cascais.

Não tem o PSD unido à sua volta.

A maioria dos quadros do partido, ao invés dos jovens assalariados da JSD, não estão com ele e tudo farão para que o candidato social democrata seja alguém com credibilidade e competência para que a diferença não seja grande quando comparado com o detentor do lugar actualmente - António Capucho.

Por outro lado o Partido Socialista, depois do inferno que foi o 3 vezes intocável Capucho vai investir num candidato com peso.

E Carreiras não tem perfil.

Definitivamente, o narcisismo não pega e a demagogia é como o álcool: quando em demasia dá-nos cabo do fígado!...

Mas se o bom senso não prevalecer, e mesmo assim o homem pretender e conseguir ser o candidato, deixo uma sugestão de foto.

Nesta foto todos os grandes admiradores poderão admirar o seu “peso político”!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

António Capucho afinal é terrorista?

Oráculo Alentejano levado a pronunciar-se sobre a Composição

da Câmara de Cascais e de alguns dos seus principais colaboradores

políticos referenciou António Capucho como perigoso terrorista!


Um preocupado militante do PSD de Cascais (está-se mesmo a ver que fui eu…) foi consultar o célebre Oráculo Alentejano, um adivinho ao estilo da saga Matrix.

Depois de percorrer inúmeros corredores, eis-me em frente do Oráculo Alentejano e confesso que vinha em busca de confirmação de algumas verdades que me atormentam, nomeadamente a má vizinhança que alguns elementos na CMC têm granjeado, entre alguns dos eleitos e a sua “entourage”…

Depois dos cumprimentos da praxe lancei a primeira pergunta:

- Oh grande Oráculo Alentejano, diz-me se o Vice-Presidente Carlos Carreiras é de confiança?

- O Carlos Carreiras Nã Táliben!Respondeu o Oráculo Alentejano no seu forte sotaque alentejano.

- Não é Taliban? – Perguntei eu.

- Já disse. Nã Táliben!

- E o Miguel Pinto Luz?

- O Miguel Luz Nã Táliben!

- Também não é…

- Ai a porra, vocemecê é surdo ou é duro de ouvido? Tenho que repetir tudo o que digo? Estou disfarçado de eco porventura?!

- As minhas desculpas. Não queria ofender mas, a sua afirmação apanhou-me completamente desprevenido…Diga-me por favor e os adjuntos e secretários deles…

O Dr. João Salgado?

- Oh amigo, esse toda a gente vê que Nã Táliben!...

- E o secretário, o Gonçalo Lage?

- Também Nã Táliben!

- E o Fernando Marques?

- Esse também Nã Táliben!

- E o Dr. António Capucho?

- Esse Táliben!

- O quê?! Perguntei eu completamente apalermado (acabei de usar este termo e já me arrependi…)

- O Capucho, dessa cáfila toda que me está dizendo, é o único que Táliben!

- O Capucho é Taliban?

- Arre qu’é mouco! O Capucho T’á ‘li bem!!!!!!

Saí da sala à beira de um ataque de nervos. Afinal a pessoa em quem ainda depositava toda a esperança é afinal um Terrorista?

E estes sotaques carregados são-me muito dificeis de entender.

Haverá algum curso de Alentejano?

Na Universidade Independente, talvez?...




terça-feira, 14 de setembro de 2010

Qual a Diferença entre um líder e um palerma?

Ambos podem chegar ao poder, e até exercê-lo, por momentos ou com alguma continuidade podem fazê-lo com sucesso, mas as diferenças são tão grandes, tão visiveis, que se se quiser fazer o exercício de as elencar todas, arriscamo-nos a escrever um livro on-line e a dar cabo da capacidade do servidor onde está alojado este blog…

Mas tentemos uma versão simplificada.

Um líder gosta de se rodear de gente inteligente.

Os mais capazes são aqueles cuja colaboração é mais preciosa, e com o brilhantismo deles vai o líder usufruindo dos frutos do trabalho desses colaboradores.

Um líder gosta de se rodear de gente brilhante que não é seguidista, que gosta de pensar de maneira autónoma, mesmo pensando diferente do líder.

Se os seus argumentos forem válidos, um líder não tem qualquer problema em mudar de opinião. Haja razão!

Um líder sabe que não é lider sozinho.

Mas ser lider, é ver-lhe reconhecida a liderança, porque se acredita nas suas ideias, nas suas convicções.

Impor a liderança pelo medo, na base de “se não és dos meus és contra mim” é ficar-se a meio caminho entre a ditadura e a palermice…

Um líder é justo e reconhece os contributos dos que o rodeiam.

Um líder não é parasita ideológico dos seus colaboradores e nunca perde uma oportunidade de valorizar o papel dos que o rodeiam.

Já chega de liderança e voltemo-nos para a palermice.

Ser palerma é julgar que se é mais esperto do que os outros, é julgar-se o dono do único olho que existe em terra de cegos.

Ser palerma é rodear-se de mediocres que passam a vida a dizer que o chefe (palerma) é o maior, o mais inteligente, é ele na terra e Deus no céu…

Ser palerma é afastar, ou mesmo perseguir os que não estão de acordo com as palermices.

Ser palerma é confundir poder com razão.

Ser palerma é afinal o mal de alguma gente que, por exagerada ganância e overdose de ambição, não se dá conta que o mundo não está só povoado por incapazes.

Os palermas falham sempre os seus objectivos finais.

Mais tarde ou mais cedo, com mais justiça divina ou dos homens, por norma os palermas acabam afastados para o seu devido lugar, “ligeiramente” mais insignificante do que aquele que almejaram.

Na imagem acima, aparece um líder e um palerma.

Sempre considerei António Capucho um verdadeiro líder!

domingo, 29 de agosto de 2010

É preciso evitar fazê-la...

A noticia de quinta-feira deixou-me a pensar na pseudo guerra que Carlos Carreiras pretendeu desenvolver por causa da qualidade da água da praia dos Pescadores, em Cascais no início desta época balnear.


Afinal na melhor água, como no pano, pode cair a nódoa castanha...


Mas, enquanto interessado e estudante do "fenómeno" Carreiras o meu pensamento focou-se no nome da Terra: Monte Estoril.
Claro que a este nome associamos sempre o nome Estoril Sol.
Estoril Sol que foi um Hotel, imagem de marca da entrada em Cascais, e que era uma parede de cimento com nenhuma beleza.


Carlos Carreiras, enquanto responsável pelo pelouro do Urbanismo, viria a aprovar a sua substituição, que mais não é do que uma parede de vidro, de volume imenso, igualmente com nenhuma beleza.

É um aborto, tal como o outro!

Um dia valerá a pena fazer a verdadeira história deste processo...

Mas como conclusão, Monte Estoril é afinal palco de demonstração desta máxima que eu acabei de inventar:





É preciso evitar fazê-la...

... Porque a "merda" que fazemos, mais tarde ou mais cedo fica aos olhos de toda a gente...


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O Marquês de São Domingos e… Feriados

Na última Assembleia Municipal de Cascais, em que a Câmara Municipal esteve representada pelo seu Vice-Presidente, Carlos Carreiras, houve uma pequena demonstração do que seria uma Câmara presidida por este personagem.

A claque adorou.

Os outros partidos, habituados a que o respeito é bom e recomenda-se, ficaram siderados.

O verdadeiro CC veio ao de cima.

Arrogante, agressivo e um fala barato interminável, empurrou os trabalhos madrugada dentro, tendo sempre que ter a última palavra sobre cada assunto em discussão.

Com o entusiasmo de distribuir cacete à esquerda e à direita, sempre com o seu ar “cosmopolita da porcalhota” tem uma saída a dada altura que deixou toda a gente de boca aberta, excepto aqueles que com ela mais aberta deveriam ter ficado mas… não ficaram.

No meio de uma discussão, afirmou alto e bom som que seria o candidato do PSD à presidência da Câmara de Cascais às próximas eleições autárquicas e que seria também o candidato aos dois mandatos seguintes!

Curto e grosso, como já nos habituou.

Mas, questionar-se-á o leitor destas singelas linhas (esta humildade é para contrabalançar a soberba do personagem desta história…) o PSD é agora um partido monárquico, em que um qualquer Marquês de São Domingos e Feriados obtem de um qualquer monarca a definição do seu futuro para os próximos 12 anos?

Vai ser o candidato nas próximas eleições, na outra a seguir e ainda na outra também, está decidido e não se fala mais nisso?

A Comissão Política sabemos que é um fantoche de Carlos Carreiras ou do Marquês de São Domingos e Feriados para manter a linha de raciocínio, mas deveria ser ela a anunciar o candidato das próximas eleições que se realizarão daqui a 3 anos, já depois de terminar o mandato desta Comissão Política?

E os militantes do Partido, não têm nada a dizer porque o Marquês de São Domingos e Feriados já decidiu?

E a Distrital, a que Carreiras já nem se poderá candidatar, vai decidir já que o dito Marquês encabeça a lista para Cascais?

A Democracia tem algumas diferenças da oligarquia… pelo menos queremos todos acreditar que sim!

O entusiasmo é bonito mas a soberba tem destas coisas – deixamos de olhar as pequenas coisas à nossa volta e passamos a ter olhos apenas para o nosso grande, lindo, e redondo umbigo!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Empregos à medida

João Dias Coelho é um homem com sorte.

A vida dele tem sido construida, desde que se licenciou em Direito, sempre em lugares de nomeação política.

Não faço parte do lote de pessoas que acha que tem menos valor servir em lugares políticos. Alguém tem que os desempenhar e, quando bem desempenhados nada há a dizer.

Há pessoas que têm sentido de estado e do interesse público. Outros entram na política, servem-se de forma desbragada como se não houvesse amanhã para logo a seguir sairem pela porta pequena com o bolso grande.

Considero João Dias Coelho um exemplo de quem tem sentido de interesse público.

João Dias Coelho fez o seu percurso sempre debaixo da asa de António Capucho, com quem mantém há longos anos uma relação de amizade.

Foi assessor do grupo parlamentar do PSD quando António Capucho a ele presidiu, foi o dinamizador do grupo cívico da defesa da Paisagem Protegida Sintra Cascais para “partir a cabeça” a José Luis Judas e, claro está, veio com António Capucho para a esfera da Câmara Municipal de Cascais quando este ganhou as eleições para esta autarquia em 2002.

Presidiu à CAF, uma comissão de acompanhamento das empresas concessionadas (Águas de Cascais, Sanest e SUMA) e conseguiu, com a choradeira de que ganhava pouco para a quantidade de trabalho que desenvolvia, que António Capucho o propusesse para Administrador da Sanest, lugar com remuneração muito acima das que se praticavam nas empresas municipais e até superior à de Presidente de Câmara (Cerca de 4000 € líquidos/mês).

Depois…

Depois veio para a Câmara de Cascais Carlos Carreiras, Vice-Presidente e titular, entre outros, do Pelouro do Ambiente.

Aqui dá-se uma reviravolta a todos os níveis estranha ou … talvez não.

A fidelidade inquestionável a António Capucho por JDC começou a sofrer algumas alterações passando essa fidelidade a ser orientada em direcção a Carlos Carreiras.

Houve até uma situação profundamente desagradável em Assembleia Municipal, quando da discusssão do projecto da Cidadela, no auge da confrontação entre Carlos Carreiras e António Capucho, em que João Dias Coelho assumiu o ataque frontal a António Capucho, em defesa de Carreiras.

E João Dias Coelho conseguiu que Carlos Carreiras lhe conseguisse prolongar a remuneração na Sanest uma vez que, deixando de ser Administrador Executivo naquela empresa, Carreiras forçou a criação de uma Comissão de Acompanhamento da obra da Sanest, lugar ocupado por JDC com remuneração e demais condições equiparadas às de Administrador.

Mesmo à campeão, como logra ser Carlos Carreiras!

No final do ano de 2009 acabou-se a Comissão.

Carlos Carreiras resolveu o assunto de forma eficiente como é seu timbre.

Correu com o Administrador indicado por Cascais na Tratolixo, até porque Rui Ribeiro era um homem de mão de António Capucho, e colocou João Dias Coelho no seu lugar.

Ao que consta vai à Tratolixo às reuniões da Administração uma vez por semana, mantendo a sua remuneração de Administrador Executivo…

Ora tudo isto nem seria assunto para este blog não fora a atitude exibida por João Dias Coelho no último plenário do PSD Cascais.

Desembainhou da espada para defender a honra dos seus amigos Gabriel Goucha e Carlos Carreiras contra, pasme-se, “os tachistas que sempre viveram encostados ao poder e que agora se viram despojados dos seus lugares. Os ataques de que o Presidente da Distrital de Lisboa e da Comissão Política de Secção de Cascais estão a ser alvo são proferidos por ex-tachistas”.

Aprendemos qualquer coisa com a lição dada por João Dias Coelho num Plenário pouco concorrido e menos ainda interessante.

João Dias Coelho antes de abrir a boca deveria olhar para a sua história de vida, nem melhor nem pior do que muitos dos que já passaram “pelos tachos” autárquicos.

Mas valia a pena que o discurso ao invés de contra incertos, onde cabem todos, os bons - como ele se auto-intitula e os outros - os maus, por certo os que atacam a Concelhia e a Distrital, talvez fosse preferível chamar os bois pelos nomes. Assim, todos ficariam a saber quem ataca e porque “razão rasteira” o faz…

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Elegia à Hipocrisia







"Foge por um instante do homem irado, mas foge sempre do hipócrita."
Confúcio


O dicionário online tem a seguinte definição de hipócrita: aleivoso, desleal, falso, farsante, inconfidente, infiel, proditório,pérfido, púnico, traidor, traiçoeiro, tredo e vulpino

Foi esta definição que me veio à cabeça quando tomei conhecimento da noticia do Jornal Público de hoje.



Direcção do PSD não apoia Isaltino Morais, apesar de os seus vereadores terem pelouros

Por Ana Henriques

"O PSD aceitou pelouros? Nem sei", reage Miguel Relvas, acrescentando que não foi informado desse facto pela distrital do seu partido

O secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, considera que o seu partido é uma força da oposição em Oeiras, apesar de dois vereadores seus terem aceite pelouros na autarquia governada por Isaltino Morais.

"O PSD aceitou pelouros? Nem sei", diz o dirigente social-democrata. "Isso só responsabiliza directamente os vereadores. O PSD é um partido da oposição em Oeiras", declara, acrescentando não ter sido estabelecido nenhum acordo eleitoral com Isaltino, que se desligou do PSD em 2005 para fundar um movimento independente, com o qual voltou a ganhar a presidência desta autarquia. Para Miguel Relvas, a existirem, os apoios dos autarcas "laranja" à governação de Isaltino são "apenas pontuais e individuais". E remete a questão para a estrutura distrital do partido, que garante não o ter informado da aceitação de pelouros.

Estas declarações surgem depois de o Tribunal da Relação ter reduzido a pena de prisão do autarca de Oeiras de sete para dois anos pelos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais, anulando a perda de mandato e a condenação pelo crime de corrupção passiva. Na sequência desta decisão, o PS de Oeiras desafiou a direcção do PSD a explicar por que razão "partilha o poder político com um autarca condenado em duas instâncias judiciais diferentes por crimes graves". Isaltino Morais entregou o pelouro dos parques infantis, cemitérios e empresas concessionárias de Oeiras ao social-democrata Ricardo Rodrigues. Já o da juventude ficou a cargo do líder da JSD local, Ricardo Pinho. Indignada com esta aceitação de pelouros e com a grande proximidade entre o PSD e o movimento "Isaltino Oeiras Mais à Frente", a cabeça-de-lista a Oeiras deste partido, Isabel Meirelles, afastou-se em Março da câmara, depois de ter sido eleita, suspendendo o mandato de vereadora. Protestando contra aquilo que designou como "promiscuidade" entre sociais-democratas e Isaltino, apelou na altura ao novo líder do partido, Passos Coelho, para acabar com a situação.

Já o líder da distrital social-democrata, Carlos Carreiras, prefere contra-atacar o PS quando se fala da aceitação de pelouros: "O PS local também está dividido sobre esse assunto, embora não tenha aceite. E até às últimas eleições sempre aceitou pelouros." Carreiras nega que o PSD esteja a apoiar Isaltino: "Estamos é a dar condições de governabilidade a Oeiras." Essa é também a tese do líder do PSD de Oeiras, que, aliás, é também adjunto do vice-presidente da câmara: "O PSD foi, é e será a força política que garante a estabilidade no concelho. Oeiras tem recebido os benefícios desta estabilidade", referiu Alexandre Luz, citado pela agência Lusa. A condenação, da qual Isaltino recorreu, "não põe em causa a governabilidade da autarquia".

O PÚBLICO tentou também obter um comentário à situação por parte de outra figura do PSD, Santana Lopes, mas o vereador da Câmara de Lisboa mostrou-se indisponível para prestar declarações sobre o assunto.

Do que conheço do Presidente da Distrital de Lisboa do PSD e da maioria dos que o acompanham naquela estrutura julgo que se aplica, como uma luva, o epíteto de hipócrita.

Carlos Carreiras é hipócrita.

A elaboração da lista do PSD para as últimas eleições autárquicas em Oeiras sempre teve como objectivo a total colaboração com Isaltino Morais.
Não é por acaso que no próprio dia das eleições, Pedro Afonso Paulo, Vice-Presidente da Distrital do PSD e número dois na lista do PSD para a Câmara de Oeiras, se apressou a deslocar-se à sede de Campanha da candidatura de Isaltino e, depois de um grande abraço de felicitações, comprometer-se com a colaboração activa dos eleitos do PSD na gestão da Câmara.
Aliás, não é segredo para ninguém a situação tensa que envolveu a escolha do cabeça de lista para Oeiras, com a intervenção directa de Manuela Ferreira Leite junto de Carlos Carreiras, exigindo que o candidato do PSD não tivesse qualquer tipo de proximidade com Isaltino.
Pena que Manuela Ferreira Leite se tenha preocupado apenas com o cabeça de lista já que, todos os que se lhe seguiram na lista, só não são do IOMAF por acaso... ou não!

Claro está, Isabel Meireles, sentido-se enganada, bateu com a porta!

Agora é de perguntar onde estão os princípios éticos de Carlos Carreiras?
"Estamos é a dar condições de governabilidade a Oeiras." afirmou Carlos Carreiras sobre este assunto.
Para classificar o autor desta afirmação só me ocorre o nome "farsante"!
Mas há um sem número de outros exemplos que atestam esta característica de Carlos Carreiras de ser desleal, falso e traiçoeiro.
Atente-se no alarde que promoveu relativamente a António Preto e Helena Lopes da Costa, que traficavam votos na Distrital, que eram desonestos, que frito e que cozido...

Como é que Carlos Carreiras ganhou as últimas eleições para a Distrital?

Foi só com afirmações hipócritas, prometendo fazer aquilo que nem um só momento considerou que iria fazer?
Não, não foi.
Espreitem quantos "asilados" ele tem recrutado como assessores na Câmara de Cascais e logo perceberão como se cria um "exército" que faz cruzes no quadrado certo.

Confúcio tem em parte razão. É imperioso que que se fuja do Hipócrita.
Acrescento eu, ou promover que ele de nós se afaste... de forma permanente!...